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Bem - vindo, Belo Horizonte,
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Bengala
Italo Fratezzi, o Bengala, quando chegou ao Palestra Itália em 1925, já dizia: Só saio daqui quando morrer. Começava, então, a carreira de um dos jogadores mais cheios de disposição e talento que já pisaram o campo do Barro Preto.
Objetivo e veloz, como convinha a um bom ponta-esquerda, Bengala logo se destacou no Palestra jogando com a camisa 11 ou com a 10, na meia - esquerda.
Com os reforços contratados pelo presidente Américo gasparini, o time se armou e Bengala tornou-se o grande ídolo da torcida. Campeão em 1928, acabou sendo um dos principais responsáveis pelo bi em 1929 e o tri, em 1930, quando foi, ao lado de Niginho, a grande estrela do tiem que ganhou o apelido de Academia do Barro Preto.
Em 1940, quando Bengala se tornou técnico, o Palestra conquistou o seu útlimo título com o velho nome. Bengala foi então treinar o Botafogo, em 1943, mas voltou a Belo Horizonte, onde treinou o Cruzeiro e a Seleção Mineira, abandonando definitivamente o futebol profissional. Mas continuou no Cruzeiro ajudando a construir o grande clube de hoje, até morrer, em 22 de junho de 1980.
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